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*Momentos de Introspecções com o Pastor Marcos Santos - MEPAC Regional 1 Recife - PE, Conheça-nos, Vem!*
"Este Espaço é Destinado para os Amantes da Excelente Literatura Bíblica para Elevação Espiritual e Moral"!!!

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Jesus Cristo Vem (Maranatha)

Verdades sobre a volta de Jesus

- O retorno de Jesus será literal e pessoal. Após ascender em uma nuvem, dois anjos dirigiram-se aos discípulos e disseram: “Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao Céu, assim virá do modo como O vistes subir” (Atos 1:11). Sua volta será tão literal e pessoal quanto foi Sua partida.
- O retorno de Jesus será visível. A Bíblia compara a vinda de Cristo com a luminosidade e visibilidade de um relâmpago (Mateus 24:27). Além disso, ela afirma que “todo o olho O verá” (Apocalipse 1:7), ou seja, todos aqueles que estiverem vivos assistirão a vinda de Cristo, além de dois grupos especiais de pessoas:
1) Os que morreram em Cristo ressuscitarão e se unirão aos justos que estiverem vivos para o encontro com o Senhor nas nuvens (1 Tessalonicenses 4:16,17; 
1 Coríntios 15:52, 53); Já ouviu falar em “arrebatamento secreto”? Isso não está na Bíblia. No retorno de Cristo, nenhum grupo de crentes assume precedência sobre qualquer outro grupo.                   (1 Tessalonicenses 4:16,17). O arrebatamento será visível e ocorrerá quando Jesus voltar.
2) Aqueles que “O transpassaram” (Apocalipse 1:7), ou seja, pessoas que estiveram envolvidas na morte de Jesus, ressuscitarão para vê-Lo voltar. Essa será uma ressurreição especial. Já os ímpios que estiverem mortos na ocasião da vinda de Jesus não ressuscitarão. Eles tornarão a viver apenas depois do milênio (Apocalipse 20:5).

- O retorno de Jesus será audível. A Bíblia afirma que a vinda de Cristo se caracterizará por sons muito claros e intensos. “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos Céus”. (1 Tessalonicenses 4:16; Mateus 24:31).
- O retorno de Jesus será glorioso. Ele virá como Rei, com poder e grande glória, “na glória de Seu Pai, com os Seus anjos” (Mateus 16:27). Ele não virá mais como Homem de dores, mas sim, como o Senhor do Universo e trará consigo Seus anjos.
- O retorno de Jesus será espetacular. Daniel 2 contém uma importante profecia a respeito dos reinos do mundo e fala sobre a restauração final do reino de Deus aqui na Terra, por ocasião do Segundo Advento de Cristo. O profeta descreve uma pedra que é atirada “sem o auxílio de mãos”, que atinge os “pés de ferro e barro” da estátua e que “esmiuçará e consumirá todos estes reinos”, sem deixar “vestígios” (Daniel 2:34,44,35). Será um evento sensacional, cataclísmico e de proporções mundiais.

O preparo
- Sabe o que é mais importante a respeito da Volta de Jesus? Não é quando Ele virá; nem como e muito menos com quem Ele virá. O mais importante é Quem virá. Jesus é o personagem central desse grande evento. E eu pergunto: Você está pronto para recebê-Lo? Ele é o Seu Salvador e Senhor? Quer passar a eternidade com Ele?
Permita-me usar a analogia do casamento. Você se casaria com alguém que não conhece? É claro que não! Nós casamos com quem amamos. Por isso, precisamos hoje ter um relacionamento de amor e obediência com o Noivo Jesus. Se não, corremos o sério risco de ouvir a triste declaração: “Não vos conheço” (Mateus 7:22 e 23; 25:11 e 12). Precisamos conhecer Aquele que virá. Precisamos vestir as Suas vestes de justiça a fim de fazermos parte das Bodas do Cordeiro (Mateus 22). Precisamos amar e obedecer aos Seus mandamentos (João 14:15).
Para essa data especial, não se preocupe tanto com a festa e muito menos com os convidados. Deixe a ansiedade de lado. Preocupe-se em relacionar-se com Jesus. Que Deus nos dê o privilégio de, naquele dia, olharmos em Seus olhos e dizermos: “Eis que este é o nosso Deus, em quem esperávamos, e ele nos salvará; este é o SENHOR, a quem aguardávamos; na sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Isaías 25:8,9)

Saiba Mais
Jesus voltará! Essa promessa foi feita pelo próprio Cristo enquanto esteve aqui na Terra:“Virei outra vez” (João 14:3). 

Essa mensagem se repete em cerca de 2.500 versos da Bíblia e nos trazem esperança em meio a este mundo caótico. Quer você queira ou não, esteja preparado ou não, Jesus voltará.

- A primeira vinda de Jesus garante a segunda. A morte de Jesus na cruz do Calvário e Sua ressurreição são a garantia que temos hoje de que, algum dia, Ele voltará. Podemos ficar certos de que a Sua promessa não irá falhar (Hebreus 9:26,28).



Atenciosamente
Pr. Marcos Santos & Pedagogo




Conhecimento Geral
Política, denomina arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados; aplicação desta ciência aos assuntos internos da nação (política interna) ou aos assuntos externos (política externa).1 Nos regimes democráticos, a ciência política é a atividade dos cidadãos que se ocupam dos assuntos públicos com seu voto ou com sua militância.
A palavra tem origem nos tempos em que os gregos estavam organizados em cidades-estado chamadas "polis", nome do qual se derivaram palavras como "politiké" (política em geral) e "politikós" (dos cidadãos, pertencente aos cidadãos), que estenderam-se ao latim "politicus" e chegaram às línguas europeias modernas através do francês "politique" que, em 1265 já era definida nesse idioma como "ciência do governo dos Estados".2
O termo política é derivado do grego antigo πολιτεία (politeía), que indicava todos os procedimentos relativos à pólis, ou cidade-Estado. Por extensão, poderia significar tanto cidade-Estado quanto sociedade, comunidade, coletividade e outras definições referentes à vida urbana.
O livro de Platão traduzido como "A República" é, no original, intitulado "Πολιτεία" (Politeía).                                                           “O homem é um animal  político”. – Frase de Aristóteles.

O que é Política:

Política é a ciência da governação de um Estado ou Nação e também uma arte de negociação para compatibilizar interesses. O termo tem origem no grego politiká, uma derivação de polis que designa aquilo que é público. O significado de política é muito abrangente e está, em geral, relacionado com aquilo que diz respeito ao espaço público.
Na ciência política, trata-se da forma de atuação de um governo em relação a determinados temas sociais e econômicos de interesse público: política educacional, política de segurança, política salarial, política habitacional, política ambiental, etc.
O sistema político é uma forma de governo que engloba instituições políticas para governar uma Nação. Monarquia e República são os sistemas políticos tradicionais. Dentro de cada um desses sistemas podem ainda haver variações significativas ao nível da organização. Por exemplo, o Brasil é uma República Presidencialista, enquanto Portugal é uma República Parlamentarista.
Num significado mais abrangente, o termo pode ser utilizado como um conjunto de regras ou normas de uma determinada instituição. Por exemplo, uma empresa pode ter uma política de contratação de pessoas com algum tipo de deficiência ou de não contratação de mulheres com filhos menores. A política de trabalho de uma empresa também é definida pela sua visão, missão, valores e compromissos com os clientes.

Políticas públicas

Políticas públicas consistem em ações tomadas pelo Estado que têm como objetivo atender os diversos setores da sociedade civil. Essas políticas são muitas vezes feitas juntamente e com o apoio de ONGs (Organizações Não Governamentais) ou empresas privadas. Quanto aos seus tipos, as políticas públicas podem ser distributivas, redistributivas e regulatórias, sendo que podem atuar na área industrial, institucional, agrícola, educacional e da assistência social.

Política monetária

A política monetária consiste em um conjunto de medidas adotadas pelas autoridades econômicas (governo, banco central) para evitar que a moeda seja uma fonte de desequilíbrios e proporcionar um quadro de referência e enquadramento às forças econômicas. A política monetária controla a quantidade de moeda existente, o crédito e as taxas de juro. A política monetária utiliza como uma das suas ferramentas a influência psicológica sob a forma de informações, declarações e orientações às instituições financeiras. (O significado de Política está na categoria: Geral).
Em Suma: “Política é a ciência de normativas publicas para bem governar uma Nação ou Estado”.
Politeísmo:
Politeísmo (do grego: polis, muitos, Théos, deus: muitos deuses) consiste na crença em mais do que uma divindade de gênero masculino, feminino ou indefinido, sendo que cada uma é considerada uma entidade individual e independente com uma personalidade e vontade próprias, governando sobre diversas atividades, áreas, objetos, instituições, elementos naturais e mesmo relações humanas. Ainda em relação às suas esferas de influência, de notar que nem sempre estas se encontram claramente diferenciadas, podendo naturalmente haver uma sobreposição de funções de várias divindades.
O reconhecimento da existência de múltiplos deuses e deusas, no entanto, não equivale necessariamente à adoração de todas as divindades de um ou mais panteões, pois o crente tanto pode adorá-las no seu conjunto, como pode concentrar-se apenas num grupo específico de deidades, determinado por diversas condicionantes como a ocupação do crente, os seus gostos, a experiência pessoal, tradição familiar, etc.
São exemplos de religiões politeístas as das antiga Grécia, Roma, Egito, Escandinávia, Ibéria, Ilhas Britânicas e regiões eslavas, assim como as suas reconstruções modernas como a Wicca, Xamanismo , Druidismo, Dodecateísmo e ainda o Xintoísmo.

Deuses e divindades[editar]

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigos principais: Deidade, Deus e Deusa
As divindades das religiões politeístas são agentes da mitologia, onde são retratados como personagens complexos de status de maior ou menor grau, com habilidades individuais, necessidades, desejos e histórias. Estes deuses são muitas vezes vistos como semelhantes aos humanos (antropomórficos), em seus traços de personalidade, mas com poderes individuais a mais, habilidades, conhecimentos ou percepções. O politeísmo não pode ser claramente separado das crenças animistas predominantes na maioria das religiões populares. Os deuses do politeísmo são, em muitos casos, a mais alta ordem de um continuum de seres sobrenaturais ou espíritos, que podem incluir antepassados, demônios, entre outros. Em alguns casos esses espíritos são divididos em classes de celestiais ou ctônicos, sendo que a crença na existência de todos esses seres não implica que todos são adorados. Politeístas são as pessoas da idade antiga que acreditavam em vários Deuses sendo eles homens ou mulheres na arte grega ou reis que morriam eram considerados Deus.

Monoteísmo

O monoteísmo (do grego: μόνος, transl. mónos, "único", e θεός, transl. théos, "deus": único deus) é a crença na existência de apenas um só Deus.1 Diferente do politeísmo que conceitua a natureza de vários deuses, como também diferencia-se do henoteísmo por ser este a crença preferencial em um deus reconhecido entre muitos.
A divindade, nas religiões monoteístas, é onipotente, onisciente e onipresente, não deixando de lado nenhum dos aspectos da vida terrena.
São exemplos de religiões monoteístas:
·         Cristianismo
·         Islamismo
·         Judaísmo

Religiões abraâmicas[editar]

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Religiões abraâmicas
A principal fonte do monoteísmo no mundo ocidental moderno é a narrativa da Bíblia Hebraica, a escritura de judaísmo.5 Abraão é o primeiro dos Patriarcas bíblicos e fundador do monoteísmo dos hebreus.6 As origens do judaísmo relaciona-se com a história dos reinos de Judá e de Israel da Idade do Ferro, 1.000-586 a.C. Ambos os reinos tinham Jeová como sua divindade (ou seja, o deus da corte real e do reino), ao mesmo tempo em que adoravam muitos outros deuses. No século VIII, a propaganda real dos assírios defendia o domínio universal (o que significa o domínio sobre todos os outros deuses) do deus assírio Ashur. Em reação a isso, certos grupos em Israel enfatizaram o poder único de Javé como um sinal da independência nacional. Quando Israel foi destruída pela Assíria (721 a.C.), refugiados trouxeram a ideologia do Jeová único para Judá, onde se tornou a ideologia do Estado durante os reinados de pelo menos dois reis. Nesta fase (final do século VII), o culto a Jeová de Judá não era estritamente monoteísta, mas Jeová foi reconhecido como supremo sobre todos os outros deuses.
A próxima etapa começou com a queda de Judá para a Babilônia, em 586 a.C., quando um pequeno grupo de sacerdotes e escribas reunidos em torno da corte real exilada desenvolveu a primeira ideia de Javé como único deus do mundo. A tendência em direção ao monoteísmo foi acelerada pela queda da Babilônia para os persas em 538, o que permitiu aos exilados assumir o controle da nova província persa de Judá.
O cristianismo, originalmente uma seita dentro do judaísmo, surgiu como uma tradição religiosa distinta durante os primeiros séculos da era moderna. Sua versão do monoteísmo foi distinta daquela do judaísmo na medida em que ele desenvolveu o conceito de que o único deus (não mais chamado de Jeová) tinha três "pessoas" - a doutrina da Trindade. O Islã surgiu no século VII d.C. como uma reação ao cristianismo e ao judaísmo, com base em ambos, mas com uma versão do monoteísmo baseado no do judaísmo.

Visão judaica[editar]

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Judaísmo
Nos treze fundamentos da fé judaica, segundo Maimônides, os quatro primeiros demonstram os pilares do monoteísmo conforme a fé judaica. O primeiro fundamento declara a existência de Deus, o segundo, que Deus é único e que não existe unicidade como a d'Ele. No terceiro a incorporabilidade de Deus, isentando-o de qualquer propriedade antropomórfica e no quarto fundamento a eternidade de Deus.7
Maimônides, em seu livro "os 613 mandamentos" ensina com relação aos 1º e 2º mandamento, que os judeus são ordenados a crer em Deus, ou seja, que há um agente supremo que é criador de tudo e crer na unicidade de Deus, ou seja, que este criador de todas as coisas é uno.8
O Shemá Israel (em hebraico שמע ישראל; "Ouça Israel") são as duas primeiras palavras da seção da Torá que constitui a profissão de fé central do monoteísmo judaico (Devarim/ Deuteronómio 6:4-9) no qual se diz שמע ישראל י-ה-ו-ה אלוהינו י-ה-ו-ה אחד (Shemá Yisrael Adonai Elohêinu Ado-nai Echad - Escuta ó Israel, Adonai nosso Deus é Um).
A visão judaica é compartilhada por judeus e noahitas. Os primeiros são os descendentes dos filhos de Jacó, que estão sob o pacto estabelecido no Monte Sinai, onde Sagrado Seja Seu Nome se manifestou para toda a nação. Os segundos correspondem às pessoas de qualquer nação, compreendidos como filhos de Noé por viverem um monoteísmo em concordância com os 7 mandamentos universais que a Bíblia expõe até Noé. Desta forma, Judeus e Noahitas praticam a mesma fé, distinguindo-se nos pactos em que os dois grupos estão inseridos (Maiores informações: Sanhedrim).

Visão cristã[editar]

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/3a/Magnifying_glass_01.svg/17px-Magnifying_glass_01.svg.pngVer artigo principal: Cristianismo e o artigo Críticas à doutrina da Trindade
Na Bíblia, o livro sagrado dos cristãos, encontra-se considerável número de confirmações do monoteísmo. É usualmente atribuído a Deus qualidades como Onipotência, Onipresença e Onisciência.


Atenciosamente
Pr. Marcos Santos & Pedagogo



quarta-feira, 17 de julho de 2013

Hermenêutica - Como Estudar a Bíblia Sagrada

Como Estudar a Bíblia Sagrada



Olá, shallom, meus queridos e diletos internautas como vão todos? Seu conservo “Presbítero Marcos Santos” estava com muita saudade, mas graça ao nosso bom Deus, aqui estamos para mais um “Momentos de Introspecções”, hoje abordaremos como devemos estudar a Bíblia Sagrada, sem mais delongas, vamos para o assunto.

A Bíblia não deve ser interpretada segundo nossas idéias particulares.  Sua interpretação deve seguir as orientações que ela mesma oferece. Ao conjunto de regras que se deve usar na interpretação da Bíblia, chamamos de Hermenêutica. Hermenêutica significa interpretação do sentido das palavras, e a arte e ciência de interpretar textos sagrados ou leis. Não é uma ciência limitada somente à área bíblica, pois é usada, por exemplo, na área de direito, a hermenêutica jurídica. A palavra hermenêutica vem do grego – hermeneo – que significa explicar, interpretar, traduzir.         
A imagem desta palavra está ligada à mitologia grega ao deus Hermes – o correio entre os deuses – tinha pequenas asas em seus pés para torná-lo mais veloz em transmitir as mensagens entre deuses e deuses, deuses e homens e as interpretava.
Logo, Hermenêutica é uma ciência e uma arte. Ciência, por envolver uma metodologia (métodos científicos de analise textual), e Arte, por ser uma metodologia que não pode ser aplicada mecanicamente, envolvendo as habilidades humanas do gênio, da inteligência artística e da criatividade.


Necessidade da hermenêutica

Jesus, depois de três anos e meio de ministério, teve a necessidade de explicar as Escrituras aos discípulos. No texto acima, o verbo “expunha-lhes”, vem do grego hermenu,“fazer hermenêutica através”, ou seja, Jesus procurou interpretar as Escrituras, e fez isso percorrendo vários livros da Bíblia.

Outro motivo que salienta a necessidade de saber interpretar a Bíblia é a existência de passagens difíceis que facilmente podem ser distorcidas. Até o apóstolo Pedro, com todos os seus predicados, teve dificuldade de hermenêutica em algum momento.

A necessidade da hermenêutica existe também devido aos fatores inerentes ao próprio texto bíblico. Vejamos alguns exemplos:


1) Antiguidade do texto bíblico. Os 66 livros que compõem a Bíblia foram escritos entre 1500 a.C. a 100 d.C. Este período está muito longe da nossa realidade atual. Os costumes e práticas são muito diferentes das atuais. Exemplo: Mães de aluguel - Sara (Gênesis 16:12), Raquel (Gênesis 30:1-13). Há documentos que revelam que as leis da antiga Mesopotâmia permitiam isto, com suas restrições, claro. Isto é a expressão de um costume da época. Outro exemplo: Altos de sacrifício (Levítico 26:30, Números 22:41). Estes altos não estavam em cima de montanhas, mas uma plataforma mais alta que o terreno local, e poderia ser até mesmo num vale.
2) Expressões da época: Chuva temporã e Serôdia (Deuteronômio11:14). Eram chuvas que caiam para se lançar a semente e para amadurecer o grão já na época da colheita. Estas chuvas são usadas como simbolismos da obra do Espírito Santo no dia de Pentecostes e nos dias finais da história humana (Joel 2:28-30; Atos 2:16).
3) Barreira da Língua. Nossa língua portuguesa está muito distante das línguas bíblicas. O Antigo Testamento foi escrito em hebraico e aramaico, e o Novo Testamento escrito em grego. Estas são línguas bem diferentes e antigas, o que torna ainda mais desafiador a tarefa de interpretação a Bíblia.


Princípios Fundamentais de Interpretação

O que pensamos sobre a Bíblia é determinante sobre como interpretaremos a mesma. Por isso, vejamos alguns princípios fundamentais de interpretação.

Totalidade das Escrituras

Um princípio de interpretação da Bíblia é crer na totalidade de sua inspiração. Não podemos dizer que este livro é inspirado por Deus e aquele não. Toda ela, tanto o Antigo quanto o Novo Testamento, é a revelação de Deus ao homem.


Autoridade da Bíblia

Sendo a Palavra inspirada de Deus, a Bíblia possui autoridade nas áreas da fé e vida, que decorre da autoridade divina, de Deus como Criador e Senhor e Autor das Escrituras.

A Bíblia como sua própria intérprete


Os reformadores protestantes, em sua interpretação da Bíblia, usavam a Analogia Fidei (Analogia da Fé), ou seja: a Bíblia como um todo deve ser tomada em consideração; todas as passagens que tratam do mesmo assunto devem ser consideradas; as passagens difíceis devem ser entendidas à luz das passagens claras.

Outro princípio defendido pela reforma foi o Sola Scriptura (Só a Escritura). Este princípio ensina que somente a Bíblia é a autoridade em termos de credo e doutrina. Não existe outra fonte superior de verdade.

O protestantismo, com o passar do tempo, adotou também o princípio Tota Scriptura (Toda a Escritura), ou seja, toda a Bíblia deve ser considerada como verdade. Jesus usava este método em sua interpretação da Bíblia (Lucas 24:27, 44, 45).

Dicas para o estudo da Bíblia

1) Antes de começar o estudo da Bíblia reserve duas coisas muito importantes: tempo e lugar. Reserve uma hora especial do seu dia. O ideal é que seja a primeira hora, antes de começar suas atividades normais. Procure também um lugar silencioso onde você tenha condições de assimilar a Palavra de Deus.
2) Antes de ler, faça uma oração, pedindo a iluminação do Espírito Santo sobre aquilo que irá ler. Ore para que Ele seja o Seu instrutor e que lhe dê perseverança na leitura. Lembre-se sempre que a Bíblia é o único livro cujo Autor está sempre presente, quando se o lê.
3) Não leia com pressa, mas faça-o com atenção. O objetivo não é apenas terminar a leitura programada, mas entender aquilo que está escrito. Se não entender, releia o texto escolhido.
4) Use um caderno para registrar idéias, reflexões e comentários pessoais, ou algo para sublinhar na própria Bíblia.
5) Procure entender o contexto daquilo que está lendo. Para ajudar no entendimento da Bíblia procure respostas para questões simples, tais como: Quem está falando? A quem? Por quê? Quando e onde tudo isto ocorreu? E, finalmente, esse texto pode ser aplicado à minha vida?
6) Observe que tipo de texto você está estudando. É uma história? É uma parábola? É uma poesia? Se o texto estiver falando de uma doutrina específica, como por exemplo, a segunda vinda de Jesus, procure estudar outros textos que falem a respeito dessa mesma doutrina.
7) Busque esclarecer os textos difíceis pelos paralelos mais fáceis. Por exemplo, compare o que Mateus escreveu com os outros evangelhos. Isso facilita a compreensão do todo.
8) Existem várias ferramentas que podem auxiliar na leitura, entre eles, um dicionário bíblico e uma concordância bíblica. O primeiro auxiliará na compreensão de certas palavras desconhecidas e seus significados. A concordância trará alfabeticamente, por assuntos, todos os versos bíblicos que contenham uma determinada palavra.
9) Adote um método sistemático de leitura (Lucas 24:27; Isaías 28:10). Isso pode ser feito de algumas formas:
            - Ano Bíblico - Consiste em ler toda a Bíblia durante o ano, seguindo a regra de ler três capítulos durante o dia e cinco nos finais de semana.
            - Estudo dos livros - Escolha algum livro da Bíblia e procure estudá-lo a fundo; descubra o seu autor, a quem foi dirigido, as circunstâncias sob as quais foi escrito, seu propósito e os seus ensinos principais.
            - Método biográfico - Escolha personagens bíblicos de seu interesse e estude as passagens bíblicas relacionadas. Procure aplicar as lições espirituais para a sua vida.
            - Estudo de temas - Consiste em escolher e seguir um tema através das Escrituras, como por exemplos: Batismo, Segunda Vinda de Cristo, Graça, Santuário, Morte etc.
            - Memorização - Procure decorar alguns versículos ou capítulos importantes. O cristão deve possuir, bem ordenadas em sua memória, passagens que trarão conforto, esperança e lhe serão uteis nos momentos de provação.
Bem, amados, vou fica por aqui, por hoje é só, espero vos encontrar todos nas próximas publicações, até mais, shallom e namaste, eu vos bendigo em nome de Cristo Jesus, e lembre-se sempre, este é o nosso Cantinho de Meditações que chamamos de “Momentos de Introspecções”, que é o meu, o seu, o nosso Cantinho de Reflexão, até mais.  



Atenciosamente
Pb. Marcos Santos 




Escola Bíblica Dominical – A História
A minúscula semente de mostarda que se transformou numa grande árvore
A história da Escola Dominical
Por Ruth Doris Lemos:
Sentado a sua mesa de trabalho num domingo em outubro de 1780 o dedicado jornalista Robert Raikes procurava concentrar-se sobre o editorial que escrevia para o jornal de Gloucester, de propriedade de seu pai. Foi difícil para ele fixar a sua atenção sobre o que estava escrevendo pois os gritos e palavrões das crianças que brincavam na rua, debaixo da sua janela, interrompiam constantemente os seus pensamentos. Quando as brigas tornaram-se acaloradas e as ameaças agressivas, Raikes julgou ser necessário ir à janela e protestar do comportamento das crianças. Todos se acalmaram por poucos minutos, mas logo voltaram às suas brigas e gritos.

Robert Raikes contemplou o quadro em sua frente; enquanto escrevia mais um editorial pedindo reforma no sistema carcerário. Ele conclamava as autoridades sobre a necessidade de recuperar os encarcerados, reabilitando-os através de estudo, cursos, aulas e algo útil enquanto cumpriam suas penas, para que ao saírem da prisão pudessem achar empregos honestos e tornarem-se cidadãos de valor na comunidade. Levantando seus olhos por um momento, começou a pensar sobre o destino das crianças de rua; pequeninos sendo criados sem qualquer estudo que pudesse lhes dar um futuro diferente daquele dos seus pais. Se continuassem dessa maneira, muitos certamente entrariam no caminho do vício, da violência e do crime.

A cidade de Gloucester, no Centro-Oeste da Inglaterra, era um pólo industrial com grandes fábricas de 
têxteis. Raikes sabia que as crianças trabalhavam nas fábricas ao lado dos seus pais, de sol a sol, seis dias por semana. Enquanto os pais descansavam no domingo, do trabalho árduo da semana, as crianças ficavam abandonadas nas ruas buscando seus próprios interesses. Tomavam conta das ruas e praças, brincando, brigando, perturbando o silêncio do sagrado domingo com seu barulho. Naquele tempo não havia escolas públicas na Inglaterra, apenas escolas particulares, privilégio das classes mais abastadas que podiam pagar os custos altos. Assim, as crianças pobres ficaram sem estudar; trabalhando todos os dias nas fábricas, menos aos domingos.

Raikes sentiu-se atribulado no seu espírito ao ver tantas crianças desafortunadas crescendo desta maneira; sem dúvida, ao atingir a maioridade, muitas delas cairiam no mundo do crime. O que ele poderia fazer?

Por um futuro melhor

Sentado a sua mesa, e meditando sobre esta situação, um plano nasceu na sua mente. Ele resolveu fazer algo para as crianças pobres, que pudesse mudar seu viver, e garantir-lhes um futuro melhor! Pondo ao lado seu editorial sobre reformas nas prisões, ele começou a escrever sobre as crianças pobres que trabalhavam nas fábricas, sem oportunidade para estudar e se preparar para uma vida melhor. Quanto mais ele escrevia, mais sentia-se empolgado com seu plano de ajudar as crianças. Ele resolveu neste primeiro editorial somente chamar atenção à condição deplorável dos pequeninos, e no próximo ele apresentaria uma solução que estava tomando forma na sua mente.

Quando leram seu editorial, houve alguns que sentiram pena das crianças, outros que acharam que o jornal deveria se preocupar com assuntos mais importantes do que crianças, sobretudo, filhos dos operários pobres! Mas Robert Raikes tinha um sonho e este estava enchendo seu coração e seus pensamentos cada vez mais! No editorial seguinte, expôs seu plano de começar aulas de alfabetização, linguagem, gramática, matemática, e religião para as crianças, durante algumas horas de domingo. Fez um apelo, através do jornal, para mulheres com preparo intelectual e dispostas a      ajudar-lhes neste projeto, dando aulas nos seus lares. Dias depois um sacerdote anglicano indicou professoras da sua paróquia para o trabalho.

O entusiasmo das crianças era comovente e contagiante. Algumas não aceitaram trocar a sua liberdade de domingo, por ficar sentadas na sala de aula, mas eventualmente todos estavam aprendendo a ler, escrever e fazer as somas de aritmética. As histórias e lições bíblicas eram os momentos mais esperados e gostosos de todo o currículo. Em pouco tempo, as crianças aprenderam não     somente da Bíblia, mas lições de moral, ética, e educação religiosa.                          Era uma verdadeira educação cristã.

Robert Raikes, este grande homem de visão humanitária, não somente fazia campanhas através de seu jornal para angariar doações de material escolar, mas também agasalhos, roupas, sapatos para as crianças pobres, bem como mantimentos para preparar-lhes um bom almoço aos domingos. Ele foi visto freqüentemente acompanhado de seu fiel servo, andando sob a neve, com sua lanterna nas noites frias de inverno. Raikes fazia isto nos redutos mais pobres da cidade para levar agasalho e alimento para crianças de rua que morreriam de frio se ninguém cuidasse delas; conduzindo-as para sua casa, até encontrar um lar para elas.

As crianças se reuniam nas praças, ruas e em casas particulares. Robert Raikes pagava um pequeno salário às professoras que necessitavam, outras pagavam suas despesas do seu próprio bolso. Havia, também, algumas pessoas altruistas da cidade, que contribuíam para este nobre esforço.

Movimento mundial 

No começo Raikes encontrou resistência ao seu trabalho, entre aqueles que ele menos esperava - os líderes das igrejas. Achavam que ele estava profanando o domingo sagrado e profanando as suas igrejas com as crianças ainda não comportadas. Havia nestas alturas algumas igrejas que estavam abrindo as suas portas para classes bíblicas dominicais, vendo o efeito salutar que estas tinham sobre as crianças e jovens da cidade. Grandes homens da igreja, tais como João Wesley, o fundador do metodismo, logo ingressaram entusiasticamente na obra de Raikes, julgando-a ser um dos trabalhos mais eficientes para o ensino da Bíblia.

As classes bíblicas começaram a se propagar rapidamente por cidades vizinhas e, finalmente, para todo o país. Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já tinha mais de 250 mil alunos, e quando Robert Raikes faleceu em 1811, já havia na Escola Dominical 400 mil alunos matriculados.

A primeira Associação da Escola Dominical foi fundada na Inglaterra em 1785, e no mesmo ano, a União das Escolas Dominicais foi fundada nos Estados Unidos. Embora o trabalho tivesse começado em 1780, a organização da Escola Dominical em caráter permanente, data de 1782. No dia 3 de novembro de 1783 é celebrada a data de fundação da Escola Dominical. Entre as igrejas protestantes, a Metodista se destaca como a pioneira da obra de educação religiosa. Em grande parte, esta visão se deve ao seu dinâmico fundador João Wesley, que viu o potencial espiritual da Escola Dominical e logo a incorporou ao grande movimento sob sua liderança.

A Escola Bíblica Dominical surgiu no Brasil em 1855, em Petrópolis (RJ). O jovem casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley, chegou ao Brasil naquele ano e logo instalou uma escola para ensinar a Bíblia para as crianças e jovens daquela região. A primeira aula foi realizada no domingo, 19 de agosto de 1855. Somente cinco participaram, mas Sarah, contente com “pequenos começos”, contou a história de Jonas, mais com gestos,do que palavras, porque estava só começando a aprender o português. Ela viu tantas crianças pelas ruas que seu coração almejava ganhá-las para Jesus. A semente do Evangelho foi plantada em solo fértil.

Com o passar do tempo, aumentou tanto o número de pessoas estudando a Bíblia, que o missionário Kalley iniciou aulas para jovens e adultos. Vendo o crescimento, os Kalleys resolveram mudar para o Rio de Janeiro, para dar uma continuidade melhor ao trabalho e aumentar o alcance do mesmo. Este humilde começo de aulas bíblicas dominicais deu início à Igreja Evangélica Congregacional no Brasil.

No mundo há muitas coisas que pessoas sinceras e humanitárias fazem sem pensar ou imaginar a extensão de influência que seus atos podem ter. Certamente, Robert Raikes nunca imaginou que as simples aulas que ele começou entre crianças pobres e analfabetas da sua cidade, no interior da Inglaterra, iriam crescer para ser um grande movimento mundial. Hoje, a Escola Dominical conta com mais de 60 milhões de alunos matriculados, em mais de 500 mil igrejas protestantes no mundo. É a minúscula semente de mostarda plantada e regada, que cresceu para ser uma grande árvore cujos galhos estendem-se ao redor do globo.

Ruth Dorris Lemos é missionária norte-americana em atividade no Brasil, jornalista, professora de Teologia e uma das fundadoras do Instituto Bíblico da Assembleia de Deus (IBAD), em Pindamonhangaba (SP)

A CPAD e a Escola Dominical
A CPAD tem uma trajetória marcante na Escola Dominical das igrejas brasileiras. As primeiras revistas começaram a ser publicadas em forma de suplemento do primeiro periódico das Assembleias de Deus – jornal Boa Semente, que circulou em Belém, Pará, no início da década de 20. O suplemento era denominado Estudos Dominicais, escritos pelo missionário Samuel Nystrom, pastor sueco de vasta cultura bíblica e secular, e com lições da Escola Dominical em forma de esboços, para três meses. Em 1930, na primeira convenção geral das Assembleias de Deus realizada em Natal (RN) deu-se a fusão do jornal Boa Semente com um outro similar que era publicado pela igreja do Rio de Janeiro, O Som Alegre, originando o MENSAGEIRO DA PAZ. Nessa ocasião (1930) foi lançada no Rio de Janeiro a revista Lições Bíblicas para as Escolas Dominicais. Seu primeiro comentador e editor foi o missionário Samuel Nystrom e depois o missionário Nils Kastberg.

Nos seus primeiros tempos a revista Lições Bíblicas era trimestral e depois passou a ser semestral. As razões disso não eram apenas os parcos recursos financeiros, mas principalmente a morosidade e a escassez de transporte de cargas, que naquele tempo era todo marítimo e somente costeiro; ao longo do litoral. A revista levava muito tempo para alcançar os pontos distantes do país. Com a melhora dos transportes a revista passou a ser trimestral.

Na década de 50 o avanço da CPAD foi considerável. A revista Lições Bíblicas passou a ter como comentadores homens de Deus como Eurico Bergstén, N. Lawrence Olson, João de Oliveira, José Menezes e Orlando Boyer. Seus ensinos seguros e conservadores, extraídos da Bíblia, forjaram toda uma geração de novos crentes. Disso resultou também uma grande colheita de obreiros para a seara do Mestre.

As primeiras revistas para as crianças só vieram a surgir na década de 40, na gestão do jornalista e escritor Emílio Conde, como editor e redator da CPAD. A revista, escrita pelas professoras Nair Soares e Cacilda de Brito, era o primeiro esforço da CPAD para melhor alcançar a população infantil das nossas igrejas. Tempos depois, o grande entusiasta e promotor da Escola Dominical entre nós, pastor José Pimentel de Carvalho, criou e lançou pela CPAD uma nova revista infantil, a Minha Revistinha , que por falta de apoio, de recursos, de pessoal, e de máquinas apropriadas, teve vida efêmera.

Usava-se o texto bíblico e o comentário das Lições Bíblicas (jovens e adultos) para todas as idades. Muitos pastores, professores e alunos da Escola Dominical reclamavam das dificuldades insuperáveis de ensinar assuntos sumamente difíceis, impróprios e até inconvenientes para os pequeninos.

Escola Bíblica no Rio de Janeiro, em abril de 1946



Na década de 70 acentuava-se mais e mais a necessidade de novas revistas para a Escola Dominical, graduadas conforme as diversas faixas de idade de seus alunos. Isto acontecia, principalmente, à medida que o CAPED (Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical), lançado pela CPAD em 1974, percorria o Brasil.
Foi assim que, também em 1974, com a criação do Departamento de Escola Dominical (atual Setor de Educação Cristã), começa-se a planejar e elaborar os diversos currículos bíblicos para todas as faixas etárias, bem como suas respectivas revistas para aluno e professor, e também os recursos visuais para as idades mais baixas.
O plano delineado em 1974 e lançado na gestão do pastor Antônio Gilberto, no Departamento de Escola Dominical, foi reformulado e relançado em 1994 na gestão do irmão Ronaldo Rodrigues, Diretor Executivo da CPAD, de fato, só foi consumado em 1994, depois que todo o currículo sofreu redirecionamento tendo sido criadas novas revistas como as da faixa dos 15 a 17 anos e as do Discipulado para novos convertidos, desenhados novos visuais, aumentado a quantidade de páginas das revistas de alunos e mestres e criado novo padrão gráfico-visual de capas e embalagem dos visuais.

Após duas edições das revistas e currículos (1994 a 1996 e 1997 a 1999), a CPAD apresentou em 2000, uma nova edição com grandes novidades nas áreas pedagógicas, gráficas e visuais.
Em 2007, mais uma vez a CPAD sai na frente com a publicação do novo currículo (vigente) — fundamentado nas atuais concepções e pressupostos da Didática, Pedagogia e Psicologia Educacional.