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*Momentos de Introspecções com o Pastor Marcos Santos - MEPAC Regional 1 Recife - PE, Conheça-nos, Vem!*
"Este Espaço é Destinado para os Amantes da Excelente Literatura Bíblica para Elevação Espiritual e Moral"!!!

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Hermenêutica - Como Estudar a Bíblia Sagrada

Como Estudar a Bíblia Sagrada



Olá, shallom, meus queridos e diletos internautas como vão todos? Seu conservo “Presbítero Marcos Santos” estava com muita saudade, mas graça ao nosso bom Deus, aqui estamos para mais um “Momentos de Introspecções”, hoje abordaremos como devemos estudar a Bíblia Sagrada, sem mais delongas, vamos para o assunto.

A Bíblia não deve ser interpretada segundo nossas idéias particulares.  Sua interpretação deve seguir as orientações que ela mesma oferece. Ao conjunto de regras que se deve usar na interpretação da Bíblia, chamamos de Hermenêutica. Hermenêutica significa interpretação do sentido das palavras, e a arte e ciência de interpretar textos sagrados ou leis. Não é uma ciência limitada somente à área bíblica, pois é usada, por exemplo, na área de direito, a hermenêutica jurídica. A palavra hermenêutica vem do grego – hermeneo – que significa explicar, interpretar, traduzir.         
A imagem desta palavra está ligada à mitologia grega ao deus Hermes – o correio entre os deuses – tinha pequenas asas em seus pés para torná-lo mais veloz em transmitir as mensagens entre deuses e deuses, deuses e homens e as interpretava.
Logo, Hermenêutica é uma ciência e uma arte. Ciência, por envolver uma metodologia (métodos científicos de analise textual), e Arte, por ser uma metodologia que não pode ser aplicada mecanicamente, envolvendo as habilidades humanas do gênio, da inteligência artística e da criatividade.


Necessidade da hermenêutica

Jesus, depois de três anos e meio de ministério, teve a necessidade de explicar as Escrituras aos discípulos. No texto acima, o verbo “expunha-lhes”, vem do grego hermenu,“fazer hermenêutica através”, ou seja, Jesus procurou interpretar as Escrituras, e fez isso percorrendo vários livros da Bíblia.

Outro motivo que salienta a necessidade de saber interpretar a Bíblia é a existência de passagens difíceis que facilmente podem ser distorcidas. Até o apóstolo Pedro, com todos os seus predicados, teve dificuldade de hermenêutica em algum momento.

A necessidade da hermenêutica existe também devido aos fatores inerentes ao próprio texto bíblico. Vejamos alguns exemplos:


1) Antiguidade do texto bíblico. Os 66 livros que compõem a Bíblia foram escritos entre 1500 a.C. a 100 d.C. Este período está muito longe da nossa realidade atual. Os costumes e práticas são muito diferentes das atuais. Exemplo: Mães de aluguel - Sara (Gênesis 16:12), Raquel (Gênesis 30:1-13). Há documentos que revelam que as leis da antiga Mesopotâmia permitiam isto, com suas restrições, claro. Isto é a expressão de um costume da época. Outro exemplo: Altos de sacrifício (Levítico 26:30, Números 22:41). Estes altos não estavam em cima de montanhas, mas uma plataforma mais alta que o terreno local, e poderia ser até mesmo num vale.
2) Expressões da época: Chuva temporã e Serôdia (Deuteronômio11:14). Eram chuvas que caiam para se lançar a semente e para amadurecer o grão já na época da colheita. Estas chuvas são usadas como simbolismos da obra do Espírito Santo no dia de Pentecostes e nos dias finais da história humana (Joel 2:28-30; Atos 2:16).
3) Barreira da Língua. Nossa língua portuguesa está muito distante das línguas bíblicas. O Antigo Testamento foi escrito em hebraico e aramaico, e o Novo Testamento escrito em grego. Estas são línguas bem diferentes e antigas, o que torna ainda mais desafiador a tarefa de interpretação a Bíblia.


Princípios Fundamentais de Interpretação

O que pensamos sobre a Bíblia é determinante sobre como interpretaremos a mesma. Por isso, vejamos alguns princípios fundamentais de interpretação.

Totalidade das Escrituras

Um princípio de interpretação da Bíblia é crer na totalidade de sua inspiração. Não podemos dizer que este livro é inspirado por Deus e aquele não. Toda ela, tanto o Antigo quanto o Novo Testamento, é a revelação de Deus ao homem.


Autoridade da Bíblia

Sendo a Palavra inspirada de Deus, a Bíblia possui autoridade nas áreas da fé e vida, que decorre da autoridade divina, de Deus como Criador e Senhor e Autor das Escrituras.

A Bíblia como sua própria intérprete


Os reformadores protestantes, em sua interpretação da Bíblia, usavam a Analogia Fidei (Analogia da Fé), ou seja: a Bíblia como um todo deve ser tomada em consideração; todas as passagens que tratam do mesmo assunto devem ser consideradas; as passagens difíceis devem ser entendidas à luz das passagens claras.

Outro princípio defendido pela reforma foi o Sola Scriptura (Só a Escritura). Este princípio ensina que somente a Bíblia é a autoridade em termos de credo e doutrina. Não existe outra fonte superior de verdade.

O protestantismo, com o passar do tempo, adotou também o princípio Tota Scriptura (Toda a Escritura), ou seja, toda a Bíblia deve ser considerada como verdade. Jesus usava este método em sua interpretação da Bíblia (Lucas 24:27, 44, 45).

Dicas para o estudo da Bíblia

1) Antes de começar o estudo da Bíblia reserve duas coisas muito importantes: tempo e lugar. Reserve uma hora especial do seu dia. O ideal é que seja a primeira hora, antes de começar suas atividades normais. Procure também um lugar silencioso onde você tenha condições de assimilar a Palavra de Deus.
2) Antes de ler, faça uma oração, pedindo a iluminação do Espírito Santo sobre aquilo que irá ler. Ore para que Ele seja o Seu instrutor e que lhe dê perseverança na leitura. Lembre-se sempre que a Bíblia é o único livro cujo Autor está sempre presente, quando se o lê.
3) Não leia com pressa, mas faça-o com atenção. O objetivo não é apenas terminar a leitura programada, mas entender aquilo que está escrito. Se não entender, releia o texto escolhido.
4) Use um caderno para registrar idéias, reflexões e comentários pessoais, ou algo para sublinhar na própria Bíblia.
5) Procure entender o contexto daquilo que está lendo. Para ajudar no entendimento da Bíblia procure respostas para questões simples, tais como: Quem está falando? A quem? Por quê? Quando e onde tudo isto ocorreu? E, finalmente, esse texto pode ser aplicado à minha vida?
6) Observe que tipo de texto você está estudando. É uma história? É uma parábola? É uma poesia? Se o texto estiver falando de uma doutrina específica, como por exemplo, a segunda vinda de Jesus, procure estudar outros textos que falem a respeito dessa mesma doutrina.
7) Busque esclarecer os textos difíceis pelos paralelos mais fáceis. Por exemplo, compare o que Mateus escreveu com os outros evangelhos. Isso facilita a compreensão do todo.
8) Existem várias ferramentas que podem auxiliar na leitura, entre eles, um dicionário bíblico e uma concordância bíblica. O primeiro auxiliará na compreensão de certas palavras desconhecidas e seus significados. A concordância trará alfabeticamente, por assuntos, todos os versos bíblicos que contenham uma determinada palavra.
9) Adote um método sistemático de leitura (Lucas 24:27; Isaías 28:10). Isso pode ser feito de algumas formas:
            - Ano Bíblico - Consiste em ler toda a Bíblia durante o ano, seguindo a regra de ler três capítulos durante o dia e cinco nos finais de semana.
            - Estudo dos livros - Escolha algum livro da Bíblia e procure estudá-lo a fundo; descubra o seu autor, a quem foi dirigido, as circunstâncias sob as quais foi escrito, seu propósito e os seus ensinos principais.
            - Método biográfico - Escolha personagens bíblicos de seu interesse e estude as passagens bíblicas relacionadas. Procure aplicar as lições espirituais para a sua vida.
            - Estudo de temas - Consiste em escolher e seguir um tema através das Escrituras, como por exemplos: Batismo, Segunda Vinda de Cristo, Graça, Santuário, Morte etc.
            - Memorização - Procure decorar alguns versículos ou capítulos importantes. O cristão deve possuir, bem ordenadas em sua memória, passagens que trarão conforto, esperança e lhe serão uteis nos momentos de provação.
Bem, amados, vou fica por aqui, por hoje é só, espero vos encontrar todos nas próximas publicações, até mais, shallom e namaste, eu vos bendigo em nome de Cristo Jesus, e lembre-se sempre, este é o nosso Cantinho de Meditações que chamamos de “Momentos de Introspecções”, que é o meu, o seu, o nosso Cantinho de Reflexão, até mais.  



Atenciosamente
Pb. Marcos Santos 




Escola Bíblica Dominical – A História
A minúscula semente de mostarda que se transformou numa grande árvore
A história da Escola Dominical
Por Ruth Doris Lemos:
Sentado a sua mesa de trabalho num domingo em outubro de 1780 o dedicado jornalista Robert Raikes procurava concentrar-se sobre o editorial que escrevia para o jornal de Gloucester, de propriedade de seu pai. Foi difícil para ele fixar a sua atenção sobre o que estava escrevendo pois os gritos e palavrões das crianças que brincavam na rua, debaixo da sua janela, interrompiam constantemente os seus pensamentos. Quando as brigas tornaram-se acaloradas e as ameaças agressivas, Raikes julgou ser necessário ir à janela e protestar do comportamento das crianças. Todos se acalmaram por poucos minutos, mas logo voltaram às suas brigas e gritos.

Robert Raikes contemplou o quadro em sua frente; enquanto escrevia mais um editorial pedindo reforma no sistema carcerário. Ele conclamava as autoridades sobre a necessidade de recuperar os encarcerados, reabilitando-os através de estudo, cursos, aulas e algo útil enquanto cumpriam suas penas, para que ao saírem da prisão pudessem achar empregos honestos e tornarem-se cidadãos de valor na comunidade. Levantando seus olhos por um momento, começou a pensar sobre o destino das crianças de rua; pequeninos sendo criados sem qualquer estudo que pudesse lhes dar um futuro diferente daquele dos seus pais. Se continuassem dessa maneira, muitos certamente entrariam no caminho do vício, da violência e do crime.

A cidade de Gloucester, no Centro-Oeste da Inglaterra, era um pólo industrial com grandes fábricas de 
têxteis. Raikes sabia que as crianças trabalhavam nas fábricas ao lado dos seus pais, de sol a sol, seis dias por semana. Enquanto os pais descansavam no domingo, do trabalho árduo da semana, as crianças ficavam abandonadas nas ruas buscando seus próprios interesses. Tomavam conta das ruas e praças, brincando, brigando, perturbando o silêncio do sagrado domingo com seu barulho. Naquele tempo não havia escolas públicas na Inglaterra, apenas escolas particulares, privilégio das classes mais abastadas que podiam pagar os custos altos. Assim, as crianças pobres ficaram sem estudar; trabalhando todos os dias nas fábricas, menos aos domingos.

Raikes sentiu-se atribulado no seu espírito ao ver tantas crianças desafortunadas crescendo desta maneira; sem dúvida, ao atingir a maioridade, muitas delas cairiam no mundo do crime. O que ele poderia fazer?

Por um futuro melhor

Sentado a sua mesa, e meditando sobre esta situação, um plano nasceu na sua mente. Ele resolveu fazer algo para as crianças pobres, que pudesse mudar seu viver, e garantir-lhes um futuro melhor! Pondo ao lado seu editorial sobre reformas nas prisões, ele começou a escrever sobre as crianças pobres que trabalhavam nas fábricas, sem oportunidade para estudar e se preparar para uma vida melhor. Quanto mais ele escrevia, mais sentia-se empolgado com seu plano de ajudar as crianças. Ele resolveu neste primeiro editorial somente chamar atenção à condição deplorável dos pequeninos, e no próximo ele apresentaria uma solução que estava tomando forma na sua mente.

Quando leram seu editorial, houve alguns que sentiram pena das crianças, outros que acharam que o jornal deveria se preocupar com assuntos mais importantes do que crianças, sobretudo, filhos dos operários pobres! Mas Robert Raikes tinha um sonho e este estava enchendo seu coração e seus pensamentos cada vez mais! No editorial seguinte, expôs seu plano de começar aulas de alfabetização, linguagem, gramática, matemática, e religião para as crianças, durante algumas horas de domingo. Fez um apelo, através do jornal, para mulheres com preparo intelectual e dispostas a      ajudar-lhes neste projeto, dando aulas nos seus lares. Dias depois um sacerdote anglicano indicou professoras da sua paróquia para o trabalho.

O entusiasmo das crianças era comovente e contagiante. Algumas não aceitaram trocar a sua liberdade de domingo, por ficar sentadas na sala de aula, mas eventualmente todos estavam aprendendo a ler, escrever e fazer as somas de aritmética. As histórias e lições bíblicas eram os momentos mais esperados e gostosos de todo o currículo. Em pouco tempo, as crianças aprenderam não     somente da Bíblia, mas lições de moral, ética, e educação religiosa.                          Era uma verdadeira educação cristã.

Robert Raikes, este grande homem de visão humanitária, não somente fazia campanhas através de seu jornal para angariar doações de material escolar, mas também agasalhos, roupas, sapatos para as crianças pobres, bem como mantimentos para preparar-lhes um bom almoço aos domingos. Ele foi visto freqüentemente acompanhado de seu fiel servo, andando sob a neve, com sua lanterna nas noites frias de inverno. Raikes fazia isto nos redutos mais pobres da cidade para levar agasalho e alimento para crianças de rua que morreriam de frio se ninguém cuidasse delas; conduzindo-as para sua casa, até encontrar um lar para elas.

As crianças se reuniam nas praças, ruas e em casas particulares. Robert Raikes pagava um pequeno salário às professoras que necessitavam, outras pagavam suas despesas do seu próprio bolso. Havia, também, algumas pessoas altruistas da cidade, que contribuíam para este nobre esforço.

Movimento mundial 

No começo Raikes encontrou resistência ao seu trabalho, entre aqueles que ele menos esperava - os líderes das igrejas. Achavam que ele estava profanando o domingo sagrado e profanando as suas igrejas com as crianças ainda não comportadas. Havia nestas alturas algumas igrejas que estavam abrindo as suas portas para classes bíblicas dominicais, vendo o efeito salutar que estas tinham sobre as crianças e jovens da cidade. Grandes homens da igreja, tais como João Wesley, o fundador do metodismo, logo ingressaram entusiasticamente na obra de Raikes, julgando-a ser um dos trabalhos mais eficientes para o ensino da Bíblia.

As classes bíblicas começaram a se propagar rapidamente por cidades vizinhas e, finalmente, para todo o país. Quatro anos após a fundação, a Escola Dominical já tinha mais de 250 mil alunos, e quando Robert Raikes faleceu em 1811, já havia na Escola Dominical 400 mil alunos matriculados.

A primeira Associação da Escola Dominical foi fundada na Inglaterra em 1785, e no mesmo ano, a União das Escolas Dominicais foi fundada nos Estados Unidos. Embora o trabalho tivesse começado em 1780, a organização da Escola Dominical em caráter permanente, data de 1782. No dia 3 de novembro de 1783 é celebrada a data de fundação da Escola Dominical. Entre as igrejas protestantes, a Metodista se destaca como a pioneira da obra de educação religiosa. Em grande parte, esta visão se deve ao seu dinâmico fundador João Wesley, que viu o potencial espiritual da Escola Dominical e logo a incorporou ao grande movimento sob sua liderança.

A Escola Bíblica Dominical surgiu no Brasil em 1855, em Petrópolis (RJ). O jovem casal de missionários escoceses, Robert e Sarah Kalley, chegou ao Brasil naquele ano e logo instalou uma escola para ensinar a Bíblia para as crianças e jovens daquela região. A primeira aula foi realizada no domingo, 19 de agosto de 1855. Somente cinco participaram, mas Sarah, contente com “pequenos começos”, contou a história de Jonas, mais com gestos,do que palavras, porque estava só começando a aprender o português. Ela viu tantas crianças pelas ruas que seu coração almejava ganhá-las para Jesus. A semente do Evangelho foi plantada em solo fértil.

Com o passar do tempo, aumentou tanto o número de pessoas estudando a Bíblia, que o missionário Kalley iniciou aulas para jovens e adultos. Vendo o crescimento, os Kalleys resolveram mudar para o Rio de Janeiro, para dar uma continuidade melhor ao trabalho e aumentar o alcance do mesmo. Este humilde começo de aulas bíblicas dominicais deu início à Igreja Evangélica Congregacional no Brasil.

No mundo há muitas coisas que pessoas sinceras e humanitárias fazem sem pensar ou imaginar a extensão de influência que seus atos podem ter. Certamente, Robert Raikes nunca imaginou que as simples aulas que ele começou entre crianças pobres e analfabetas da sua cidade, no interior da Inglaterra, iriam crescer para ser um grande movimento mundial. Hoje, a Escola Dominical conta com mais de 60 milhões de alunos matriculados, em mais de 500 mil igrejas protestantes no mundo. É a minúscula semente de mostarda plantada e regada, que cresceu para ser uma grande árvore cujos galhos estendem-se ao redor do globo.

Ruth Dorris Lemos é missionária norte-americana em atividade no Brasil, jornalista, professora de Teologia e uma das fundadoras do Instituto Bíblico da Assembleia de Deus (IBAD), em Pindamonhangaba (SP)

A CPAD e a Escola Dominical
A CPAD tem uma trajetória marcante na Escola Dominical das igrejas brasileiras. As primeiras revistas começaram a ser publicadas em forma de suplemento do primeiro periódico das Assembleias de Deus – jornal Boa Semente, que circulou em Belém, Pará, no início da década de 20. O suplemento era denominado Estudos Dominicais, escritos pelo missionário Samuel Nystrom, pastor sueco de vasta cultura bíblica e secular, e com lições da Escola Dominical em forma de esboços, para três meses. Em 1930, na primeira convenção geral das Assembleias de Deus realizada em Natal (RN) deu-se a fusão do jornal Boa Semente com um outro similar que era publicado pela igreja do Rio de Janeiro, O Som Alegre, originando o MENSAGEIRO DA PAZ. Nessa ocasião (1930) foi lançada no Rio de Janeiro a revista Lições Bíblicas para as Escolas Dominicais. Seu primeiro comentador e editor foi o missionário Samuel Nystrom e depois o missionário Nils Kastberg.

Nos seus primeiros tempos a revista Lições Bíblicas era trimestral e depois passou a ser semestral. As razões disso não eram apenas os parcos recursos financeiros, mas principalmente a morosidade e a escassez de transporte de cargas, que naquele tempo era todo marítimo e somente costeiro; ao longo do litoral. A revista levava muito tempo para alcançar os pontos distantes do país. Com a melhora dos transportes a revista passou a ser trimestral.

Na década de 50 o avanço da CPAD foi considerável. A revista Lições Bíblicas passou a ter como comentadores homens de Deus como Eurico Bergstén, N. Lawrence Olson, João de Oliveira, José Menezes e Orlando Boyer. Seus ensinos seguros e conservadores, extraídos da Bíblia, forjaram toda uma geração de novos crentes. Disso resultou também uma grande colheita de obreiros para a seara do Mestre.

As primeiras revistas para as crianças só vieram a surgir na década de 40, na gestão do jornalista e escritor Emílio Conde, como editor e redator da CPAD. A revista, escrita pelas professoras Nair Soares e Cacilda de Brito, era o primeiro esforço da CPAD para melhor alcançar a população infantil das nossas igrejas. Tempos depois, o grande entusiasta e promotor da Escola Dominical entre nós, pastor José Pimentel de Carvalho, criou e lançou pela CPAD uma nova revista infantil, a Minha Revistinha , que por falta de apoio, de recursos, de pessoal, e de máquinas apropriadas, teve vida efêmera.

Usava-se o texto bíblico e o comentário das Lições Bíblicas (jovens e adultos) para todas as idades. Muitos pastores, professores e alunos da Escola Dominical reclamavam das dificuldades insuperáveis de ensinar assuntos sumamente difíceis, impróprios e até inconvenientes para os pequeninos.

Escola Bíblica no Rio de Janeiro, em abril de 1946



Na década de 70 acentuava-se mais e mais a necessidade de novas revistas para a Escola Dominical, graduadas conforme as diversas faixas de idade de seus alunos. Isto acontecia, principalmente, à medida que o CAPED (Curso de Aperfeiçoamento de Professores da Escola Dominical), lançado pela CPAD em 1974, percorria o Brasil.
Foi assim que, também em 1974, com a criação do Departamento de Escola Dominical (atual Setor de Educação Cristã), começa-se a planejar e elaborar os diversos currículos bíblicos para todas as faixas etárias, bem como suas respectivas revistas para aluno e professor, e também os recursos visuais para as idades mais baixas.
O plano delineado em 1974 e lançado na gestão do pastor Antônio Gilberto, no Departamento de Escola Dominical, foi reformulado e relançado em 1994 na gestão do irmão Ronaldo Rodrigues, Diretor Executivo da CPAD, de fato, só foi consumado em 1994, depois que todo o currículo sofreu redirecionamento tendo sido criadas novas revistas como as da faixa dos 15 a 17 anos e as do Discipulado para novos convertidos, desenhados novos visuais, aumentado a quantidade de páginas das revistas de alunos e mestres e criado novo padrão gráfico-visual de capas e embalagem dos visuais.

Após duas edições das revistas e currículos (1994 a 1996 e 1997 a 1999), a CPAD apresentou em 2000, uma nova edição com grandes novidades nas áreas pedagógicas, gráficas e visuais.
Em 2007, mais uma vez a CPAD sai na frente com a publicação do novo currículo (vigente) — fundamentado nas atuais concepções e pressupostos da Didática, Pedagogia e Psicologia Educacional.




quinta-feira, 11 de abril de 2013

Definição de Fornicação e Pornéia


Definição da Fornicação
Olá, para todos amantes da excelente literatura bíblica, estava com muita saudades de todos vocês,  espero – vos  encontrar  cheios  de  gozo  no  Espírito Santo,  eu  vos  bendigo em nome de Cristo Jesus,  sou seu conservo “Presbítero  Marcos  Santos”,  e estamos em o “Momentos de Introspecções”,  que vocês bem  já  sabem,  que  é  o  meu,  o  seu e o nosso “Cantinho de Meditação”.  Hoje  iremos  abordar  o  tema  supracitado,  para  obetermos uma visão segundo o parâmetro bíblico.  Para  uma  maior  compreensão precisamos  definir  o  tema,  sem  mais  delongas,   vamos  para  o  assunto:
Fornicação (palavra que vem do latim fornicis, ou  fornix: abóbada, ou arco). Fornice era o arco da porta sob a qual as prostitutas romanas se exibiam. As meretrizes ficavam  por  lá,  para ligar o local as práticas  imorais, ou seja, ligar o lugar ao sexo ilícito.  As mulheres deveriam ficar sempre dentro dos limites da casa/prédio do seu dono ou protetor - por isso, não podiam passar do arco (fornice).
No Novo Testamento, fornicação é o termo usado para traduzir a palavra grega “Porneia”, termo técnico que designava um matrimónio inválido. Na época de Cristo, com a multiplicidade de leis da judéia, não era raro que um matrimónio fosse invalidado por impedimento jurídico. Surgia então o problema sobre se deviam ou não separar o casal que estavam em zonah (casamento inválido, ou seja, um deles ou ambos não fossem "puros" virgem).
Por volta do Século III d.C. criou-se então o verbo "fornicare", que seria o ato de frequentar esse lugar. Temos esta palavra no português, que se originou do latim, o que significa sexo ilícito (nesse contexto), o caso é que no português, há séculos por conta da igreja, tornou-se delicadamente diferente, porém vital o significado dessa palavra. O significado de sexo ilícito seria supostamente a prática de sexo antes ou fora do casamento. A palavra ilícito significa imoralidade, ou o que é contrário as leis. Naquela época, como foi-se dito antes as leis da Judéia, considerava-se ilícita a prática de sexo antes do casamento, o que não acontece nos dias de hoje; não existe na legislação brasileira nenhuma norma que proíba o sexo antes do casamento (desconsiderando obviamente crimes como estupro), ou ainda que considere inválido esse casamento, por um deles não ser mais virgem.
Segundo o Dicionário Aurélio, além de sexo ilícito; mortificação ou aborrecimento e apostasia - na época quando os hebreus mudavam de religião - também significam fornicar, que é também apostatação da fé. Segundo o dicionário grego há porém mais um significado metafórico que seria a prática de adoração a deuses.

Meditemos:
“Fujam da imoralidade sexual. Todos os outros pecados que alguém comete, fora do corpo os comete; mas quem peca sexualmente, peca contra o seu próprio corpo.
Acaso não sabem que o corpo de vocês é santuário do Espírito Santo que habita em vocês, que lhes foi dado por Deus, e que vocês não são de si mesmos?
Vocês foram comprados por alto preço. Portanto, glorifiquem a Deus com o corpo de vocês
. 1 Coríntios 6:18-20”; “Portanto, não permitam que o pecado continue dominando os seus corpos mortais, fazendo que vocês obedeçam aos seus desejos.
Não ofereçam os membros dos seus corpos ao pecado, como instrumentos de injustiça; antes ofereçam-se a Deus como quem voltou da morte para a vida; e ofereçam os membros dos seus corpos a ele, como instrumentos de justiça.
Pois o pecado não os dominará, porque vocês não estão debaixo da lei, mas debaixo da graça
.  Romanos 6:12-14”;    “Vocês    não  sabem  que  os  perversos  não  herdarão  o Reino  de  Deus?   Não  se  deixem  enganar:  nem  imorais,  nem  idólatras,  nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos,  nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim  foram  alguns  de vocês.  Mas  vocês foram  lavados,  foram   santificados,   foram   justificados   no  nome  do  Senhor  Jesus Cristo e  no  Espírito  de nosso Deus.  "Tudo  me  é  permitido",  mas  nem  tudo  convém. "Tudo me é permitido",  mas  eu  não  deixarei  que  nada  domine. 1 Coríntios 6:9-12”;  “Mas  os  covardes,  os  incrédulos,  os  depravados,  os  assassinos,  os  que  cometem  imoralidade  sexual, os que praticam feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos — o  lugar  deles  será  no  lago  de  fogo  que  arde  com enxofre.  Esta é  a  segunda  morte".  Apocalipse 21:8.
É  meus  delitos  internautas,  tenham  muito  cuidado  com  a falsa  liberdade que  atualmente  está  estampada  na  mídia, como  por exemplo  a declaração  da cantadora  Daniela  Mercury,  para  mais  informação,  é  só  acessar:

Vamos  pesquisar  mais sobre  o  assunto:
Pornéia

Significados de Pornéia :

1. Pornéia

Devassidão, libertinagem.
1.       Para os todos os Cristãos, porneia constitui o único motivo para o divórcio bíblico, permitindo religiosamente que o conjuge inocente casar novamente.

2.       "Pornéia" envolve  o uso imoral dos órgãos genitais de pelo menos um humano (quer de forma natural, quer pervertida) e requer um parceiro na imoralidade - um humano de qualquer sexo ou um animal ; a participação voluntária implica em culpa e exige ação judicativa.  Não se trata de toque casual  dos  órgãos  sexuais  entre  pessoas,  mas envolve  a  manipulação  dos  órgãos genitais.  Inclui sexo oral e anal ou masturbação mútua entre pessoas não casadas entre si,  homossexualismo, lesbianismo, fornicação, adultério, incesto e bestialidade.
Abrange  também  abuso  sexual  de  crianças,  incluindo  práticas  que envolvam  um  catamito (Homem Efeminado),  (menino mantido para fins de perversão sexual, que se dá o ato da pedofilia).  Vítimas de abuso sexual precisam ser tratadas com extrema consideração e bondade. Os anciãos devem  sempre  fazer o que  for razoavelmente  possível  para  proteger  crianças de abusos  adicionais;  sigam  as  orientações  da  Sociedade  sobre  tais  assuntos. 
3.      O  abuso  de  si  mesmo,  ou  masturbação,  não  constitui  "pornéia" , tampouco  alguém  que  foi  violentado  é  culpado  de  pornefa.  O termo  pornew  enfatiza  tanto  a  natureza  lasciva  da  conduta  bem como se esta foi intencional  e  abrange  todas  as  ativida dessexuais  ilícitas  que  caracterizam um bordel.    
Não é necessário a cópula (como na penetração) para que o ato constitua porneia, tampouco que se atinja o sexual.  Em casos duvidosos, a comissão judicativa  tem  a  responsabilidade  de  pesar  cuidadosamente as Escrituras e os fatos específicos do caso para determinar se  está ou não envolvida pornôa.  Esta  responsabilidade  não  deve  ser  encarada  de  modo leviano, especialmente quando está envolvida a liberdade bíblica para casar-se novamente.  A noção de abuso, no caso da porneia, não tem um siginifcado quantitativo, mas qualitativo: trata-se de um mau uso da função, uma perversão,  um  uso  contrário a sua finalidade natural e por tal contra a natureza e anormal, ou seja,  patológico.  Maximo  o  Confessor  fala  a  respeito desta  paixão  (pathos): "Nada  daquilo  que  é  não  é  mau,  mas  somente  o mau  uso  (prakresis) devido à negligência de nosso espírito a se cultivar segundo  a  natureza" (Centúrias sobre a caridade III, 4).  Isaac o Sirio, quando evoca  a  paixão  da  porneia,  desenvolve  uma  perspectiva  similar,  e  salienta  a responsabilidade do homem no controle de seus movimentos naturais: "quando  um  homem  é movido pela concupiscência (epithymia), não a potência  natural  que  o  força  a  sair  dos  limites  da  natureza  e  se  afastar  de seu  dever.  O  que  o  faz  sair  é  aquilo  que  adicionamos  à  natureza  para satisfazer  nossa  própria  vontade  (thelema).  Pois  tudo  que  Deus  fez,  fez  na beleza  (kallos)  e  na  medida.  Se  nos  guardamos  corretamente  na  medida justa  que nos é concedida nas coisas que portamos por natureza, os movimentos naturais não podem nos forçar a sair da via. O corpo não age verdadeiramente  a  não  ser  na  ordem  boa  (agathon)." (Ibid)


2. Pornéia


      No  original  é  moichéia  que  quer  dizer  fornicação,  ou  seja,  relação  sexual  ilícita antes  do  casamento.  A  palavra  pornéia  foi  intencionalmente  mal  traduzida  na maioria  das  bíblias  protestantes,  pois  traduzem como: adúterio  ou  infidelidade.
Em ( Mateus 19:3-12) veja a interpretação de maneira literal JESUS não admite o recasamento, com exceção da fornicação ou seja relação ilicíta (pornéia).  Quando Maria  anucia  a  José  que  estava  gravida,  ela  estava  aguardando  para  se  casar  com José.  Ele ameaça abandona-la,  porque  a  lei  assim  o  permitia.  Pensando que ela tinha o traído, (Mt 1:18-21).
      Bem amados, vou ficar por aqui, até a proxima, pois vocês já sabem, este é o meu, e o seu “Momentos de Introspecções”, o nosso “Cantinho de Meditação”.



Atenciosamente
Presbítero Marcos Santos 





Interpretação do Livro do Apocalipse
Isagoge Bíblica: Ao longo dos séculos, foram desenvolvidas quatro principais abordagens para a interpretação do livro do Apocalipse. Cada uma delas encontrou competentes defensores, mas nenhuma chegou a ser devidamente comprovada como a única maneira de entender esse livro. Entretanto, a pergunta básica que se pode aplicar a cada abordagem pode ser assim resumida: “Será que, atualmente, esta abordagem me ajudará a tornar-me um melhor seguidor de Cristo Jesus?”
Atenção: Tenhamos o imenso cuidado de não sermos “Exibicionistas e Sensacionalistas”,   Ap 22: 18,19 .
1º)Visão Preterista (Contemporânea), sua abordagem e Descrição: João está escrevendo para encorajar os cristãos de seu tempo que estavam sofrendo perseguições por parte do Império Romano, (a maioria dos estudiosos acredita que o Imperador da época era Domiciano 90 – 95 aproximadamente d.C.). – Desafio: Alcançar a mesma forma de encorajamento que os primeiros leitores de João, através de imagens vívidas da soberania de Deus. – Precaução: Não esquecer que a maioria das profecias bíblicas tem aplicação imediata e também futura.
2º)Visão Futurista, sua abordagem e Descrição: Com exceção dos três primeiros capítulos, João está descrevendo eventos que ocorrerão no final da história. – Desafio: Ver nos acontecimentos atuais muitas das características descritas por João e entender que o fim poderá chegar a qualquer momento. – Precaução: Não supor que “descobrimos” o futuro, pois Jesus disse que ninguém saberá o dia de sua volta, antes que ela ocorra, *(Mt 24:36).
3º)Visão Historicista, sua abordagem e Descrição: O livro de apocalipse é uma apresentação da história desde a época de João até a segunda vinda de Cristo Jesus, e mesmo depois dessa data. – Desafio: Constatar a consistência da maldade humana através da história e reconhecer que os nomes podem mudar, mas que a rebelião contra Deus continua a mesma.  – Precaução: Tomar muito cuidado para não identificar algum líder ou acontecimento atual como sendo o cumprimento de algum aspecto do livro Apocalipse. (Para os amantes desta visão, eu recomendo estudar o Livro Um Novo Mundo de Alfons Balbach, mais conhecido por Alfonsas Balbachas é pastor aposentado da Igreja Adventista do Sétimo Dia movimento de reforma).
4º)Visão Idealista, sua abordagem e Descrição: O livro do Apocalipse é uma representação simbólica da luta permanente entre o bem e o mal. Ele não se refere a nenhum evento histórico em particular, mas pode ser aplicado a qualquer ponto na história. – Desafio: Atingir um certo discernimento do passado para se preparar para o futuro, e viver em obediência e confiança no presente. – Precaução: Não evitar esse livro por causa de sua aparente dificuldade ou complexidade, e procurar entender o Apocalipse dentro de um contexto literário mais amplo, pois o mesmo é formado de ricas retóricas.
As Sete Trombetas do Apocalipse
Nota Importante: Trombetas são símbolos de guerras conforme, Números 10:9; Jeremias 4:19-21 e 1Coríntios 14:8.
Texto Áureo: Ap 8:6
Objetivo: O toque da trombeta tem três finalidades: (1) Advertir sobre a certeza do juízo, (2) Conclamar as forças do bem e do mal para a batalha e (3) Anunciar a volta do Rei, o Messias. Esses avisos nos aconselham a estarmos seguros de que nossa fé esteja firmemente firmada em Cristo Jesus.
# - Jesus nos dá, em sua revelação do Apocalipse, uma visão profética do que finalmente chegaria a ser a história desde os dias apostólicos até o tempo do fim:
1)   As Sete Igrejas,
2)   Os Sete Selos,
3)   As Sete Trombetas,
4)   As Sete Taças das últimas Pragas.
Em suma: A profecia das sete igrejas nos revela a história religiosa da era cristã, salientando suas faltas e prometendo o galardão aos vencedores. Nessa profecia Deus destaca seu interesse e amor por seu povo. Os sete selos profetizam a história social da era cristã, expondo especialmente o triste processo da apostasia. Também se apresenta Deus controlando a História e dando fim à dor e ao sofrimento. As sete trombetas pintam a história militar que ocorreria, na era cristã em relação com a igreja e aponta para o futuro.  As sete taças com seus respectivos anjos, concretiza o último derramamento das pragas da ira de Deus para os infiéis. Neste período a nação Israelita de fiéis serão salvos do perigos iminentes, Deus colocará um sinal em sua testa (um selo); Ef 1:13; Ap 7:2,3. O selo de Deus é colocado sobre a testa de seus servos. Esse selo é exatamente o oposto da marca da besta descrita em Ap 13:16. Esses dois marcos colocam as pessoas em duas categorias distintas – aqueles que são propriedades de Deus e aquelas que são propriedades de Satanás.  
As primeiras quatro trombetas (Apocalipse 8:6-13). Tanto Daniel como o Apocalipse profetizam perseguição ao seguidores de Cristo durante 1.260 anos, ou (três anos e meio), (Dn 12:7; 7:25; Ap 12:6); Mas vejamos o troco que Deus dará a todos os infiéis, (Ez 38:22; Is 2:13; Ap 9:4; 16:2).
A quinta e sexta trombetas (Apocalipse 9:1-21).

A sétima Trombeta nos leva aos eventos do Tempo do Fim e a Segunda vinda de Cristo; (Ap 11: 15-19).

Os Símbolos Revelados nas Profecias
Tabela de Conversão
- Animal   = Rei ou Reino; Dn 7:12,23.
- Mulher   = Igreja; Ef 5:23.
- Águas    = Povos; Ap 17:15.
- Um dia   = Um ano ; Ez 4:6,7; Nm 14:34.
- Ventos   = Guerras; Jr 51:1-5.
- Chifres   = Poder, Rei, Reino; Ap 17:12.
- Tempos  = Anos; Dn 7:25; 11:13.
- Dragão   = Satanás; Ap 12:9.
- Cordeiro = Jesus Cristo em Jo 1:29.
- Cauda     =  Falso Profeta; Is 9:15; Ap 12:3,4. 
- Estrelas  = Pregadores ou Mensageiros – Anjos; Dn 12:3; Ap 12:4.